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Estado de Minas Quitandas

Bala de coco

Receita fornecida por Maria Júlia de Fátima Borges, de Sacramento


postado em 18/03/2016 08:10

Ingredientes:

Para a cobertura

- 1 kg de açúcar refinado

- 1 vidro de leite de coco

- 200 ml de água

Para o recheio de brigadeiro

- 2 latas de leite condensado

- 5 colheres de sopa de chocolate em pó

- 2 colheres de sopa de manteiga

Para o recheio de beijinho

- 2 latas de leite condensado

- 200 g de coco ralado

Modo de Preparo:

O recheio

Escolher entre brigadeiro ou beijinho e juntar os ingredientes numa panela, em fogo baixo, e mexer sem parar até desgrudar do fundo. Despejar o conteúdo num prato e deixar esfriar por uma hora.

A cobertura

Juntar os ingredientes numa panela, em fogo baixo, e deixar por cerca de 40 minutos até dar o ponto de fio. Despejar a calda sobre uma pedra de mármore untada com manteiga e deixar esfriar, por aproximadamente 15 minutos. Dividir a massa em quatro. Pegar cada parte e amassar até que ela fique branca. Em seguida, abrir a massa rechear e fechar. Cortar em pedaços do tamanho de um bombom.



Doce fertilidade

Difícil respirar sem o nariz, não é mesmo? Pois é. Minas também não viveria sem o seu. Ainda mais sabendo que esse nariz - formado pelo Triângulo Mineiro e parte do Alto Paranaíba - é lugar de terra fértil, de intensa produção agrícola, de fazendas de gado, de belezas naturais%u2026 e, claro, de comidas deliciosas. Como se não bastassem as tradicionais receitas mineiras, ainda dá para preparar quitutes à base de peixe do rio Grande!

É Minas Gerais mostrando sua diversidade cultural. A primeira parada de nossa viagem gastronômica é a pacata Sacramento, a 453 quilômetros de Belo Horizonte e quase na divisa com São Paulo. Na cozinha de casa, Maria Júlia de Fátima Borges, de 39 anos, corta a massa para mais uma encomenda de suas famosas balas. Além da cobertura de bala delícia - aquela branquinha, que derrete na boca! -, o recheio é à base de brigadeiro ou beijinho, tudo ao gosto do freguês.

Até clientes de Brasília ela já conquistou. "Culpa de dona Geni, uma amiga que me ensinou a receita. Foi só adaptar os recheios e acrescentar amor aos ingredientes", revela a microempresária, que costuma varar a noite à beira do fogão, para dar conta de alegrar mais as festas da região.

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